A ACADEMIA DE LETRAS DE IPERÓ DESEJA A TODOS UM FELIZ NATAL E UM ANO NOVO COM 2012 REALIZAÇÕES!!!
sábado, 24 de dezembro de 2011

Meus AMIGOS!!!
Que alegria escrever para vocês. Novamente se aproxima o Natal, época em que a esperança se renova no coração de todos aqueles que acreditam na possibilidade de um mundo melhor. E é justamente o espírito do Natal que nos incentiva a lutar para que os pequenos sonhos se transformem em grandes realidades.O melhor presente de Natal o dinheiro não pode comprar: é estar aqui, agora, oferecendo sinceros votos para uma vida feliz e cheia de paz no novo ano que se aproxima. É ter a família presente. É acordar e saber que as pessoas que amamos estão vivas e alegres. É saber que todos os novos dias são infinitamente mais importantes que o Papai Noel. Então, que o verdadeiro Natal esteja vivo em cada dia do ano novo que se aproxima.Como sempre, nossa vida continua corrida, dificilmente nos falamos, mas continuamos juntos, diariamente, através dos nossos corações. Não dava para “passar em branco”, pois Natal é tempo de alegria, de festas, de relembrarmos e celebrarmos o nascimento de Jesus. É tempo de compartilharmos bons sentimentos. Por tudo isso, esta é a época do ano em que peço ainda mais pelo bem de todos vocês e bate uma saudade grande. Ah, saudade, que nasce quando um determinado momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo, mas não consegue. Assim, que esta mensagem chegue com bastante carinho para todos vocês, meus amigos. Os de longe e os de perto. Os antigos e os recentes. Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer magoei ou sem querer me magoaram. Aqueles aos quais conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências. Os que pouco me devem e aqueles aos quais devo muito. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Não existe alegria maior do que reencontrar velhos amigos, ainda que virtualmente apenas. O ano passou tão rápido. Havia, ainda, muita coisa a ser feita. A gente faz projetos, o tempo passa e, quando percebemos, o ano chega ao fim e não foi possível realizar tudo. Nós adultos somos complicados. Acabamos sendo "sugados" por tantas coisas secundárias e não nos damos conta de que, talvez, estejamos errando ao não valorizarmos, de fato, as coisas que são realmente importantes: os amigos, a família, nossa fé... É sempre bom a gente refletir sobre as “pequenas coisas”. Elas são as mais importantes… Obrigado por tudo!!! Obrigado pela nossa amizade e por todos os momentos em que vocês estiveram comigo!!! Feliz Natal e um grande 2012!!!
Que Deus os abençoe e ilumine sempre!!! Um grande beijo (para quem é de beijo) e um abraço apertado (para quem é de abraço)!!!
Do amigo, Hugo Augusto Rodrigues.
Que alegria escrever para vocês. Novamente se aproxima o Natal, época em que a esperança se renova no coração de todos aqueles que acreditam na possibilidade de um mundo melhor. E é justamente o espírito do Natal que nos incentiva a lutar para que os pequenos sonhos se transformem em grandes realidades.O melhor presente de Natal o dinheiro não pode comprar: é estar aqui, agora, oferecendo sinceros votos para uma vida feliz e cheia de paz no novo ano que se aproxima. É ter a família presente. É acordar e saber que as pessoas que amamos estão vivas e alegres. É saber que todos os novos dias são infinitamente mais importantes que o Papai Noel. Então, que o verdadeiro Natal esteja vivo em cada dia do ano novo que se aproxima.Como sempre, nossa vida continua corrida, dificilmente nos falamos, mas continuamos juntos, diariamente, através dos nossos corações. Não dava para “passar em branco”, pois Natal é tempo de alegria, de festas, de relembrarmos e celebrarmos o nascimento de Jesus. É tempo de compartilharmos bons sentimentos. Por tudo isso, esta é a época do ano em que peço ainda mais pelo bem de todos vocês e bate uma saudade grande. Ah, saudade, que nasce quando um determinado momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo, mas não consegue. Assim, que esta mensagem chegue com bastante carinho para todos vocês, meus amigos. Os de longe e os de perto. Os antigos e os recentes. Os que vejo a cada dia e os que raramente encontro. Os sempre lembrados e os que às vezes ficam esquecidos. Os das horas difíceis e os das horas alegres. Os que sem querer magoei ou sem querer me magoaram. Aqueles aos quais conheço profundamente e aqueles que me são conhecidos apenas pelas aparências. Os que pouco me devem e aqueles aos quais devo muito. Meus amigos humildes e meus amigos importantes. Não existe alegria maior do que reencontrar velhos amigos, ainda que virtualmente apenas. O ano passou tão rápido. Havia, ainda, muita coisa a ser feita. A gente faz projetos, o tempo passa e, quando percebemos, o ano chega ao fim e não foi possível realizar tudo. Nós adultos somos complicados. Acabamos sendo "sugados" por tantas coisas secundárias e não nos damos conta de que, talvez, estejamos errando ao não valorizarmos, de fato, as coisas que são realmente importantes: os amigos, a família, nossa fé... É sempre bom a gente refletir sobre as “pequenas coisas”. Elas são as mais importantes… Obrigado por tudo!!! Obrigado pela nossa amizade e por todos os momentos em que vocês estiveram comigo!!! Feliz Natal e um grande 2012!!!
Que Deus os abençoe e ilumine sempre!!! Um grande beijo (para quem é de beijo) e um abraço apertado (para quem é de abraço)!!!
Do amigo, Hugo Augusto Rodrigues.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Pobreza
A pobreza não está na matéria.
A pobreza está na falta de espírito, de fé e de caridade.
A pobreza está na falta de caráter, de amor, de carinho e de dedicação.
A pobreza está na falta da verdade, da família e da solidariedade.
A pobreza está na falta de vontade, de conhecimento, de sentimento e de educação.
A pobreza está na falta de paz, de esperança e de sonhos.
A pobreza está onde nós queremos que ela esteja.
Só deixaremos a pobreza quando nós deixarmos de ser pobres das virtudes e qualidades que somos capazes de ter.
Luciane Cardoso
A pobreza está na falta de espírito, de fé e de caridade.
A pobreza está na falta de caráter, de amor, de carinho e de dedicação.
A pobreza está na falta da verdade, da família e da solidariedade.
A pobreza está na falta de vontade, de conhecimento, de sentimento e de educação.
A pobreza está na falta de paz, de esperança e de sonhos.
A pobreza está onde nós queremos que ela esteja.
Só deixaremos a pobreza quando nós deixarmos de ser pobres das virtudes e qualidades que somos capazes de ter.
Luciane Cardoso
Mais do que todos os títulos
Hoje, dia 15 de outubro, Dia do Professor , não vou falar das mazelas de ser professor, mas da glória de ser professor. Para alguns a glória de ter exercido a profissão nos anos que já se encontram distantes, para outros o meio do caminho e para outros ainda, apenas o início.
Eu particularmente tenho uma passagem curiosa no que diz respeito a profissão. Quando estava na faculdade eu recusava qualquer vaga que fosse em escola, meus colegas achavam que eu não gostava da idéia de trabalhar em escolas ou talvez pensassem que eu não precisasse trabalhar, mas era pura e simplesmente uma insegurança, um medo de não ser uma professora tão competente quanto os modelos que eu tive a oportunidade de ter em minha vida escolar.
Quando criança eu ficava olhando, admirando meus professores e pensava: Como eles conseguem guardar tanta informação, como podem saber de tantas coisas? Quando eu crescer quero ser igual a eles. Por isso o meu medo diante da responsabilidade de ser professor.
Assumir a responsabilidade de ministrar aulas para uma ou várias salas de aula, conquistar os alunos que estão ali a sua frente, esperando por algo que não sabem, mas que depositam total confiança em você como professor, é uma responsabilidade enorme. O professor é uma referência, um exemplo, nem que seja por pouco tempo. O professor compartilha tarefas, idéias, informações, conhecimento e parte de sua vida. Os papéis se invertem, os alunos também ensinam, ensinam principalmente o professor de primeira viagem.
E eu como marinheira de primeira viagem percebi que os meus alunos me auxiliavam na minha transformação de lagarta para borboleta. Usei não somente do conhecimento adquirido na faculdade, mas das lembranças de como meus professores conduziam suas aulas, eles foram e sempre serão referência, assim como as demais pessoas queridas que passaram pela minha vida e deixaram um pouco delas em mim. Assim me transformei em professora e descobri uma das melhoras coisas que poderia acontecer.
A educação é transformadora, ela nos oferece ferramentas para sermos melhores a cada dia, e também temos a oportunidade de transformar a vida de muitas pessoas. A educação é libertadora, ela nos dá asas para irmos para onde desejarmos. A educação é luz, ela clareia nossas mentes e nos faz enxergar além do que os olhos podem captar.
Sem falsa modéstia me considero uma pessoa abençoada, privilegiada, pois em toda a minha vida até hoje, pude ter a companhia de pessoas maravilhosas. Começando pelas pessoas que contemplam a minha família. A pessoa mais sábia que conheci, foi minha falecida avó, D. Vicentina, a qual ficou viúva muito cedo com cinco filhos para criar, todos pequenos, e fez da arte de costurar o seu ofício para sustentar a família, não estudou em escola formal, mas recebeu a educação de seus pais com a ajuda de vizinhos. Mesmo sendo de família humilde, de poucas posses, a maior herança que ela poderia deixar aos filhos e netos era a educação. Não somente aquela que recebemos no seio familiar, mas a oportunidade de freqüentar os bancos escolares. Nunca nos faltou nada, nem mesmo um livro para ler.
Quando vi um episódio da série JK, onde a mãe de Juscelino disse à ele que a maior herança que ela poderia deixar era a educação, pois ele nunca perderia e ninguém poderia roubar dele, lembrei da importância da educação em nossas vidas e o quanto é importante termos ao nosso lado pessoas que nos estimulam e sejam um bom exemplo.
E termino com a seguinte frase:
Mais do que todos os títulos que alguém possa receber em uma vida, a lembrança de carinho, amor e dedicação que carregamos daqueles que passaram por nós e os quais intitulamos como pessoas queridas, é o maior título que podemos oferecer.
Luciane Cristina Nunes Cardoso
Eu particularmente tenho uma passagem curiosa no que diz respeito a profissão. Quando estava na faculdade eu recusava qualquer vaga que fosse em escola, meus colegas achavam que eu não gostava da idéia de trabalhar em escolas ou talvez pensassem que eu não precisasse trabalhar, mas era pura e simplesmente uma insegurança, um medo de não ser uma professora tão competente quanto os modelos que eu tive a oportunidade de ter em minha vida escolar.
Quando criança eu ficava olhando, admirando meus professores e pensava: Como eles conseguem guardar tanta informação, como podem saber de tantas coisas? Quando eu crescer quero ser igual a eles. Por isso o meu medo diante da responsabilidade de ser professor.
Assumir a responsabilidade de ministrar aulas para uma ou várias salas de aula, conquistar os alunos que estão ali a sua frente, esperando por algo que não sabem, mas que depositam total confiança em você como professor, é uma responsabilidade enorme. O professor é uma referência, um exemplo, nem que seja por pouco tempo. O professor compartilha tarefas, idéias, informações, conhecimento e parte de sua vida. Os papéis se invertem, os alunos também ensinam, ensinam principalmente o professor de primeira viagem.
E eu como marinheira de primeira viagem percebi que os meus alunos me auxiliavam na minha transformação de lagarta para borboleta. Usei não somente do conhecimento adquirido na faculdade, mas das lembranças de como meus professores conduziam suas aulas, eles foram e sempre serão referência, assim como as demais pessoas queridas que passaram pela minha vida e deixaram um pouco delas em mim. Assim me transformei em professora e descobri uma das melhoras coisas que poderia acontecer.
A educação é transformadora, ela nos oferece ferramentas para sermos melhores a cada dia, e também temos a oportunidade de transformar a vida de muitas pessoas. A educação é libertadora, ela nos dá asas para irmos para onde desejarmos. A educação é luz, ela clareia nossas mentes e nos faz enxergar além do que os olhos podem captar.
Sem falsa modéstia me considero uma pessoa abençoada, privilegiada, pois em toda a minha vida até hoje, pude ter a companhia de pessoas maravilhosas. Começando pelas pessoas que contemplam a minha família. A pessoa mais sábia que conheci, foi minha falecida avó, D. Vicentina, a qual ficou viúva muito cedo com cinco filhos para criar, todos pequenos, e fez da arte de costurar o seu ofício para sustentar a família, não estudou em escola formal, mas recebeu a educação de seus pais com a ajuda de vizinhos. Mesmo sendo de família humilde, de poucas posses, a maior herança que ela poderia deixar aos filhos e netos era a educação. Não somente aquela que recebemos no seio familiar, mas a oportunidade de freqüentar os bancos escolares. Nunca nos faltou nada, nem mesmo um livro para ler.
Quando vi um episódio da série JK, onde a mãe de Juscelino disse à ele que a maior herança que ela poderia deixar era a educação, pois ele nunca perderia e ninguém poderia roubar dele, lembrei da importância da educação em nossas vidas e o quanto é importante termos ao nosso lado pessoas que nos estimulam e sejam um bom exemplo.
E termino com a seguinte frase:
Mais do que todos os títulos que alguém possa receber em uma vida, a lembrança de carinho, amor e dedicação que carregamos daqueles que passaram por nós e os quais intitulamos como pessoas queridas, é o maior título que podemos oferecer.
Luciane Cristina Nunes Cardoso
quarta-feira, 20 de julho de 2011
O gol contra da Academia!
A Academia Brasileira de Letras acaba de praticar uma iniqüidade cultural.
Em linguagem futebolística, foi um gol contra.
Os imortais da ABL concederam a histórica medalha “Machado de Assis”, ao boleiro “Ronaldinho Gaúcho”.
Quais os méritos literários do homenageado? Ao que consta, a motivação deriva do fato dele envergar – sem brilho – a jaqueta de um grande clube carioca. Por acaso, é uma associação desportiva que mesmo reunindo o maior número de adeptos no Brasil, sequer conseguiu construir estádio próprio, em sua marcha centenária. Mas esse é outro assunto.
Que o Flamengo tem força política é indiscutível.
Mesmo na condição de devedor contumaz da previdência social, se beneficiou por décadas de recursos públicos, mediante propaganda da Petrobrás em seu uniforme. É vedado a inadimplente junto à União o gozo de benefícios da espécie (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Ora, se o Flamengo obtinha até recentemente vantagens oficiais, mesmo inadimplente, fácil seria sensibilizar a Academia Brasileira de Letras.
Em síntese, simplesmente ridícula a outorga da medalha. Machado de Assis não merecia essa desfeita.
Proclame-se, pelo menos, a verdade confessada pelo recipendiário ao agradecer aos nobres confrades do contubérnio. Entre uma garfada e outra no lauto almoço a ele oferecido, Ronaldinho foi humilde ao dizer que a partir de agora se sentirá estimulado a ler.
A legendária ABL recebe generosos recursos do governo. Não tem o direito de praticar tamanha heresia. Mas que esperar de um País em que o MEC (Ministério dos Erros Ortográficos), brinca com coisa séria?
Sugiro como alternativa seja entupida a caixa de e-mails do conspícuo sodalício, de mensagens de protesto. Cívicos, porém ácidos.
Eis o endereço eletrônico: (academia@academia.org.br). O presidente atual é o imortal Marcos Vinicius Villaça!
Em linguagem futebolística, foi um gol contra.
Os imortais da ABL concederam a histórica medalha “Machado de Assis”, ao boleiro “Ronaldinho Gaúcho”.
Quais os méritos literários do homenageado? Ao que consta, a motivação deriva do fato dele envergar – sem brilho – a jaqueta de um grande clube carioca. Por acaso, é uma associação desportiva que mesmo reunindo o maior número de adeptos no Brasil, sequer conseguiu construir estádio próprio, em sua marcha centenária. Mas esse é outro assunto.
Que o Flamengo tem força política é indiscutível.
Mesmo na condição de devedor contumaz da previdência social, se beneficiou por décadas de recursos públicos, mediante propaganda da Petrobrás em seu uniforme. É vedado a inadimplente junto à União o gozo de benefícios da espécie (Lei de Responsabilidade Fiscal).
Ora, se o Flamengo obtinha até recentemente vantagens oficiais, mesmo inadimplente, fácil seria sensibilizar a Academia Brasileira de Letras.
Em síntese, simplesmente ridícula a outorga da medalha. Machado de Assis não merecia essa desfeita.
Proclame-se, pelo menos, a verdade confessada pelo recipendiário ao agradecer aos nobres confrades do contubérnio. Entre uma garfada e outra no lauto almoço a ele oferecido, Ronaldinho foi humilde ao dizer que a partir de agora se sentirá estimulado a ler.
A legendária ABL recebe generosos recursos do governo. Não tem o direito de praticar tamanha heresia. Mas que esperar de um País em que o MEC (Ministério dos Erros Ortográficos), brinca com coisa séria?
Sugiro como alternativa seja entupida a caixa de e-mails do conspícuo sodalício, de mensagens de protesto. Cívicos, porém ácidos.
Eis o endereço eletrônico: (academia@academia.org.br). O presidente atual é o imortal Marcos Vinicius Villaça!
Lázaro Piunti – Academia de Letras de Iperó
Chegadas e partidas
Vocês já viram aquele programa da GNT, Chegadas e Partidas, apresentado pela Astrid Fontenelle? É muito bom, na maioria das vezes você se emociona e muito. A Astrid vai aos aeroportos de São Paulo e observa as pessoas e escolha algumas para fazer parte do programa, ela pergunta por quem elas estão esperando e por aí se desenrolam várias histórias.
A todo momento ocorrem várias pessoas estão chegando e partindo de um ponto a outro e não somente no sentido de viagens, mas chegando e partindo de nossas vidas, assim como aquela pessoa que acabamos de conhecer e sentimos uma grande afeição, amigos ou parentes que seguiram outros rumos e já nem temos mais notícias.
Há também aquelas chegadas e partidas que significam nascimento e morte.
Faz exatamente uma semana que minha companheira de 16 anos partiu. Minha Sansa. Sansara, estava muito doente e foi forte até o final. Pequena e brava, como todo cão pequeno, ela me acompanhou por todo este tempo, assim como acompanhou minha avó e meu tio, já falecidos, na minha ausência.
Sempre ao meu lado, me seguindo pelos cantos da casa, fazendo festa a cada encontro, assim eram os dias com ela. Com o passar do tempo ela foi perdendo a audição, a visão foi ficando deficiente, mas nunca perdeu a alegria e a dedicação por mim.
A danadinha me esperou para dar adeus, seus últimos segundos em vida eu pude presenciar e foi muito triste vê-la partir, mais eu sabia que ela precisa ir.
As partidas que acontecem em nossas vidas são sempre momentos difíceis, nos últimos 04 anos pessoas e seres que eu amava muito partiram. Foi o início de uma fase em minha vida onde eu teria que enfrentar e entender a perda, como nunca tinha experimentado antes. Primeiro foi meu tio Nelson, um tio muito querido, depois repentinamente minha tia Vera, a terceira perda foi da minha avó, a qual é um exemplo de tudo de bom que um ser humano pode ser.
No início do ano perdi minha Krika, minha cachorra querida, de forma tão tola, pois o veterinário não conseguiu descobrir o que ela tinha e me sinto culpada por não ter procurado outra opinião.
Ela estava forte, saudável e de repente começou a ficar amoada, o que não era coisa dela, pois sempre foi brincalhona e ativa, aos poucos perdeu a visão e não me esperou para dizer adeus e se foi. Até hoje sinto sua presença ao meu lado, parece que a vejo correndo ao meu encontro com aquele ar alegre que ela sempre tinha, sinto seu pelo macio e ouço seu latido pelo quintal.
As partidas, assim como as chegadas, fazem parte da vida. Enquanto alguns partem outros chegam e assim vamos caminhando.
Diante destas perdas chega Kauã, meu sobrinho, que agora já tem 02 anos, é a alegria da minha casa, da de minha mãe, de seus avós paternos, enfim, alegria de todos nós.
Espero que aqueles que partiram tenham encontrado um pouso confortável e próspero, que possam estar juntos, um cuidando do outro, e quem sabe um dia a gente se junta e faz uma grande festa de chegada.
A todo momento ocorrem várias pessoas estão chegando e partindo de um ponto a outro e não somente no sentido de viagens, mas chegando e partindo de nossas vidas, assim como aquela pessoa que acabamos de conhecer e sentimos uma grande afeição, amigos ou parentes que seguiram outros rumos e já nem temos mais notícias.
Há também aquelas chegadas e partidas que significam nascimento e morte.
Faz exatamente uma semana que minha companheira de 16 anos partiu. Minha Sansa. Sansara, estava muito doente e foi forte até o final. Pequena e brava, como todo cão pequeno, ela me acompanhou por todo este tempo, assim como acompanhou minha avó e meu tio, já falecidos, na minha ausência.
Sempre ao meu lado, me seguindo pelos cantos da casa, fazendo festa a cada encontro, assim eram os dias com ela. Com o passar do tempo ela foi perdendo a audição, a visão foi ficando deficiente, mas nunca perdeu a alegria e a dedicação por mim.
A danadinha me esperou para dar adeus, seus últimos segundos em vida eu pude presenciar e foi muito triste vê-la partir, mais eu sabia que ela precisa ir.
As partidas que acontecem em nossas vidas são sempre momentos difíceis, nos últimos 04 anos pessoas e seres que eu amava muito partiram. Foi o início de uma fase em minha vida onde eu teria que enfrentar e entender a perda, como nunca tinha experimentado antes. Primeiro foi meu tio Nelson, um tio muito querido, depois repentinamente minha tia Vera, a terceira perda foi da minha avó, a qual é um exemplo de tudo de bom que um ser humano pode ser.
No início do ano perdi minha Krika, minha cachorra querida, de forma tão tola, pois o veterinário não conseguiu descobrir o que ela tinha e me sinto culpada por não ter procurado outra opinião.
Ela estava forte, saudável e de repente começou a ficar amoada, o que não era coisa dela, pois sempre foi brincalhona e ativa, aos poucos perdeu a visão e não me esperou para dizer adeus e se foi. Até hoje sinto sua presença ao meu lado, parece que a vejo correndo ao meu encontro com aquele ar alegre que ela sempre tinha, sinto seu pelo macio e ouço seu latido pelo quintal.
As partidas, assim como as chegadas, fazem parte da vida. Enquanto alguns partem outros chegam e assim vamos caminhando.
Diante destas perdas chega Kauã, meu sobrinho, que agora já tem 02 anos, é a alegria da minha casa, da de minha mãe, de seus avós paternos, enfim, alegria de todos nós.
Espero que aqueles que partiram tenham encontrado um pouso confortável e próspero, que possam estar juntos, um cuidando do outro, e quem sabe um dia a gente se junta e faz uma grande festa de chegada.
Luciane Cristina Nunes Cardoso
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