Vocês já viram aquele programa da GNT, Chegadas e Partidas, apresentado pela Astrid Fontenelle? É muito bom, na maioria das vezes você se emociona e muito. A Astrid vai aos aeroportos de São Paulo e observa as pessoas e escolha algumas para fazer parte do programa, ela pergunta por quem elas estão esperando e por aí se desenrolam várias histórias.
A todo momento ocorrem várias pessoas estão chegando e partindo de um ponto a outro e não somente no sentido de viagens, mas chegando e partindo de nossas vidas, assim como aquela pessoa que acabamos de conhecer e sentimos uma grande afeição, amigos ou parentes que seguiram outros rumos e já nem temos mais notícias.
Há também aquelas chegadas e partidas que significam nascimento e morte.
Faz exatamente uma semana que minha companheira de 16 anos partiu. Minha Sansa. Sansara, estava muito doente e foi forte até o final. Pequena e brava, como todo cão pequeno, ela me acompanhou por todo este tempo, assim como acompanhou minha avó e meu tio, já falecidos, na minha ausência.
Sempre ao meu lado, me seguindo pelos cantos da casa, fazendo festa a cada encontro, assim eram os dias com ela. Com o passar do tempo ela foi perdendo a audição, a visão foi ficando deficiente, mas nunca perdeu a alegria e a dedicação por mim.
A danadinha me esperou para dar adeus, seus últimos segundos em vida eu pude presenciar e foi muito triste vê-la partir, mais eu sabia que ela precisa ir.
As partidas que acontecem em nossas vidas são sempre momentos difíceis, nos últimos 04 anos pessoas e seres que eu amava muito partiram. Foi o início de uma fase em minha vida onde eu teria que enfrentar e entender a perda, como nunca tinha experimentado antes. Primeiro foi meu tio Nelson, um tio muito querido, depois repentinamente minha tia Vera, a terceira perda foi da minha avó, a qual é um exemplo de tudo de bom que um ser humano pode ser.
No início do ano perdi minha Krika, minha cachorra querida, de forma tão tola, pois o veterinário não conseguiu descobrir o que ela tinha e me sinto culpada por não ter procurado outra opinião.
Ela estava forte, saudável e de repente começou a ficar amoada, o que não era coisa dela, pois sempre foi brincalhona e ativa, aos poucos perdeu a visão e não me esperou para dizer adeus e se foi. Até hoje sinto sua presença ao meu lado, parece que a vejo correndo ao meu encontro com aquele ar alegre que ela sempre tinha, sinto seu pelo macio e ouço seu latido pelo quintal.
As partidas, assim como as chegadas, fazem parte da vida. Enquanto alguns partem outros chegam e assim vamos caminhando.
Diante destas perdas chega Kauã, meu sobrinho, que agora já tem 02 anos, é a alegria da minha casa, da de minha mãe, de seus avós paternos, enfim, alegria de todos nós.
Espero que aqueles que partiram tenham encontrado um pouso confortável e próspero, que possam estar juntos, um cuidando do outro, e quem sabe um dia a gente se junta e faz uma grande festa de chegada.
A todo momento ocorrem várias pessoas estão chegando e partindo de um ponto a outro e não somente no sentido de viagens, mas chegando e partindo de nossas vidas, assim como aquela pessoa que acabamos de conhecer e sentimos uma grande afeição, amigos ou parentes que seguiram outros rumos e já nem temos mais notícias.
Há também aquelas chegadas e partidas que significam nascimento e morte.
Faz exatamente uma semana que minha companheira de 16 anos partiu. Minha Sansa. Sansara, estava muito doente e foi forte até o final. Pequena e brava, como todo cão pequeno, ela me acompanhou por todo este tempo, assim como acompanhou minha avó e meu tio, já falecidos, na minha ausência.
Sempre ao meu lado, me seguindo pelos cantos da casa, fazendo festa a cada encontro, assim eram os dias com ela. Com o passar do tempo ela foi perdendo a audição, a visão foi ficando deficiente, mas nunca perdeu a alegria e a dedicação por mim.
A danadinha me esperou para dar adeus, seus últimos segundos em vida eu pude presenciar e foi muito triste vê-la partir, mais eu sabia que ela precisa ir.
As partidas que acontecem em nossas vidas são sempre momentos difíceis, nos últimos 04 anos pessoas e seres que eu amava muito partiram. Foi o início de uma fase em minha vida onde eu teria que enfrentar e entender a perda, como nunca tinha experimentado antes. Primeiro foi meu tio Nelson, um tio muito querido, depois repentinamente minha tia Vera, a terceira perda foi da minha avó, a qual é um exemplo de tudo de bom que um ser humano pode ser.
No início do ano perdi minha Krika, minha cachorra querida, de forma tão tola, pois o veterinário não conseguiu descobrir o que ela tinha e me sinto culpada por não ter procurado outra opinião.
Ela estava forte, saudável e de repente começou a ficar amoada, o que não era coisa dela, pois sempre foi brincalhona e ativa, aos poucos perdeu a visão e não me esperou para dizer adeus e se foi. Até hoje sinto sua presença ao meu lado, parece que a vejo correndo ao meu encontro com aquele ar alegre que ela sempre tinha, sinto seu pelo macio e ouço seu latido pelo quintal.
As partidas, assim como as chegadas, fazem parte da vida. Enquanto alguns partem outros chegam e assim vamos caminhando.
Diante destas perdas chega Kauã, meu sobrinho, que agora já tem 02 anos, é a alegria da minha casa, da de minha mãe, de seus avós paternos, enfim, alegria de todos nós.
Espero que aqueles que partiram tenham encontrado um pouso confortável e próspero, que possam estar juntos, um cuidando do outro, e quem sabe um dia a gente se junta e faz uma grande festa de chegada.
Luciane Cristina Nunes Cardoso
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