Concebida do sonho idealista do filósofo PLATÃO 387 anos antes de Cristo no jardim de AKADEMOS, periferia de Atenas, a Academia assim designada formulou o pensamento clássico da criação das futuras universidades.
A Academia não constrói escolas. Mas edifica o conhecimento.
Não lhe cabe erguer cidades, tampouco se apresta a higienização dos esgotos urbanos. Porém, repousa em si mesma a autoridade de propor à cidadania a desobstrução dos canais da ignorância. Cumpre à Academia exercer o sagrado ofício da sapiência. Em sua liturgia, coerente ao pensamento do discípulo de Sócrates, preconiza a libertação do homem das poderosas e invisíveis formas de dominação que o escravizam desde longevos tempos.
Romper com os grilhões do servilismo cultural é da essência acadêmica, na universalidade dos seus dogmas. É a figura do magistrado em pé – cumprindo ir além da vigilância na preservação dos idiomas clássicos das gentes e o registro histórico de sua origem. A Academia almeja a transcendência do belo. Os valores por vezes são mutilados, mas a cultura permanece. Alternam-se seus domicílios. Tem moradia nos livros, habita bibliotecas, os murais serviram como endereço. Incólume à ação do tempo, pernoitou nas cavernas em pétreas inscrições.
A Academia é guardiã da história sócio-humana, galáxia imune aos títeres e aos múltiplos sistemas e regimes. Nutre-se do pensamento – e, sendo livre, por sua vez se alimenta do conhecimento e o expressa de várias formas, inclusive dialética.
Os membros de uma Academia, controversos denominados imortais, em verdade são mensageiros da imortalidade das idéias. Feliz a urbe que acolhe e estimula o fincamento de uma Academia em suas plagas! Seu povo crescerá culturalmente à sombra da feliz cidade, comungando perenemente da felicidade.
A Academia não constrói escolas. Mas edifica o conhecimento.
Não lhe cabe erguer cidades, tampouco se apresta a higienização dos esgotos urbanos. Porém, repousa em si mesma a autoridade de propor à cidadania a desobstrução dos canais da ignorância. Cumpre à Academia exercer o sagrado ofício da sapiência. Em sua liturgia, coerente ao pensamento do discípulo de Sócrates, preconiza a libertação do homem das poderosas e invisíveis formas de dominação que o escravizam desde longevos tempos.
Romper com os grilhões do servilismo cultural é da essência acadêmica, na universalidade dos seus dogmas. É a figura do magistrado em pé – cumprindo ir além da vigilância na preservação dos idiomas clássicos das gentes e o registro histórico de sua origem. A Academia almeja a transcendência do belo. Os valores por vezes são mutilados, mas a cultura permanece. Alternam-se seus domicílios. Tem moradia nos livros, habita bibliotecas, os murais serviram como endereço. Incólume à ação do tempo, pernoitou nas cavernas em pétreas inscrições.
A Academia é guardiã da história sócio-humana, galáxia imune aos títeres e aos múltiplos sistemas e regimes. Nutre-se do pensamento – e, sendo livre, por sua vez se alimenta do conhecimento e o expressa de várias formas, inclusive dialética.
Os membros de uma Academia, controversos denominados imortais, em verdade são mensageiros da imortalidade das idéias. Feliz a urbe que acolhe e estimula o fincamento de uma Academia em suas plagas! Seu povo crescerá culturalmente à sombra da feliz cidade, comungando perenemente da felicidade.
Academia Cristã de Letras (SP) - Cadeira 13 – Miguel Couto
Academia de Letras de Araçariguama e Região – Cadeira 5 – Luther King
Academia Saltense de Letras – Cadeira 14 - Castro Alves
Academia de Letras de Iperó – Cadeira 12 - Saint Exupéry
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